Como impactar o mundo?
Como nós podemos impactar o mundo? Essa é uma pergunta muito diferente, que dificilmente escutamos em uma conversa ou discussão, nem o google me deu uma resposta convincente.
Já fazia um tempo que eu queria postar sobre esse assunto, mas não sabia por onde começar, então vamos começar pelo conceito de impacto: de acordo com o dicionário, impacto é um choque, impressão ou sensação muito forte.
Atualmente, impactar o mundo não é algo muito difícil, pois infelizmente a nossa sociedade é impressionada e comovida por coisas fúteis e egoístas, como a morte de um astro do pop. Mas vamos falar de um impacto maior do que qualquer polêmica ou tragédia, o nome sobre todo nome: Jesus. Ele é a única forma que realmente nos interessa – a nós, cristãos – de mudar o mundo. Então chegamos a nossa primeira conclusão: a única maneira de realmente impactar o mundo é através do amor de Deus.
Pregar o evangelho é algo tão fácil; é como conversar sobre futebol com seus amigos, porém você estará falando de um amor que para muitos ainda é desconhecido, um amor além da paixão pelo futebol. Levar o amor de Deus para outras pessoas é a única forma de verdadeiramente impactar o mundo, ou pelo menos fazer a nossa parte para mudá-lo. Outro dia recebi um e-mail que conta a seguinte história:
“Era uma vez um homem que foi ao barbeiro.
Enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!
- Por quê?
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro!
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!
- Como !?
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas !
- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vêm a mim!
- Que bom. Agora, você entendeu.”
Enquanto tinha seus cabelos cortados conversava com o barbeiro. Falava da vida e de Deus. Dai a pouco, o barbeiro incrédulo não agüentou e falou:
- Deixa disso, meu caro, Deus não existe!
- Por quê?
- Ora, se Deus existisse não haveria tantos miseráveis, passando fome! Olhe em volta e veja quanta tristeza. É só andar pelas ruas e enxergar!
- Bem, esta é a sua maneira de pensar, não é?
- Sim, claro!
O freguês pagou o corte e foi saindo, quando avistou um maltrapilho imundo, com longos e feios cabelos, barba desgrenhada, suja, abaixo do pescoço. Não agüentou, deu meia volta e interpelou o barbeiro:
- Sabe de uma coisa? Não acredito em barbeiros!
- Como !?
- Sim, se existissem barbeiros, não haveria pessoas de cabelos e barbas compridas !
- Ora, existem tais pessoas porque evidentemente não vêm a mim!
- Que bom. Agora, você entendeu.”
Essa pequena história nos faz refletir. Muitas vezes culpamos Deus pelos acontecimentos do mundo e esquecemos que, não fazendo a nossa parte, estamos contribuindo para que o mundo continue do jeito que está. Temos livre arbítrio, capacidade de escolher nossos atos e tomar decisões certas ou erradas. Deus quis assim para que pudéssemos desfrutar a liberdade das nossas decisões. Senão seríamos robôs, marionetes, bonecos e, com certeza, estariam culpando Deus por isto também. E não poderia ser diferente! A vida com Deus é um presente de Deus e precisa ser recebido, aceito como todo e qualquer presente. Não pode ser por imposição, obrigação, coerção. Devemos aceitar, buscar, receber. Apesar de ser para todos, é preciso dar o passo. É um presente, é de graça, mas precisamos ir recebê-lo.
Esta é a realidade do nosso mundo: as pessoas precisam de Deus, mas não o procuram; congregar em uma igreja é muito difícil para que nunca teve contato com Deus, fazer novas amizades, participar dos cultos e se comprometer com um ministério é uma decisão que muitos já tomaram, mas precisam de um incentivo. Há muitas pessoas que estão sedentas pelo amor de Deus, mas não sabem disso. Se hoje em dia elas não O procuram mais – e isso chega a se tornar uma razão de incredulidade na existência do Senhor – nós devemos ser o meio de comunicação entre o Pai e essas pessoas; tanto aquelas que nunca experimentaram do amor de Deus, quanto aquelas que estão afastadas Dele. É a nossa missão, Deus tem um chamado comum a todos os filhos Dele, que é o de impactar o mundo através do Seu amor por nós.
Devemos deixar de lado toda vergonha, medo, receio e timidez; pois muitas vezes são os responsáveis por não falarmos de Jesus para nossos amigos ou conhecidos. Eu, por exemplo, já possuo como um hábito convidar jovens para os cultos de adolescentes e jovens da igreja onde congrego, e é esse hábito que todo cristão deve ter, algo automático, que seja de sua natureza, você está conversando com algum amigo seu quando de repente se lembra de que poderia convidá-lo, então vai lá e convida.
Nesse blog o foco é o cristianismo, não somente igreja; cristãos, seguidores de Cristo, e não somente crentes. É claro que quando convidamos alguém para ir à igreja, além de falar de Deus, também devemos ressaltar aspectos legais que possivelmente irão atrair essa pessoa com quem você está conversando, como: louvor, dança, teatro, amizades etc, sem se esquecer do principal objetivo: Jesus Cristo.
Pode parecer que não, mas a nossa parte faz a diferença nesse processo de impacto global, mesmo que sejamos como uma gota no meio do oceano, Deus reconhece nosso esforço e nos honra no momento certo. Quanto mais pessoas você evangelizar, maior ficará essa gotinha, que poderá se tornar uma grande onda que vai mexer, e muito, com o oceano.
Imagine você, chegando no céu, de repente você olha para trás e vê a multidão que trouxe para Deus, já imaginou? Seria muito bom, não? Então, está esperando o quê? Impacte o mundo, através de um nome, que é sobre todo nome: Jesus Cristo.
Tirado do Blog Zeca e eu

